eis que surge no horizonte
aquela estrela colorida
cabelos cor de fogo
sorriso de menina
(Fabiano)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
vênus
minha estrela,
você é a lua.
asteróide ascendente
quando nua.
meu sol,
meu meteoro.
te adoro sem açúcar.
via láctea do meu céu.
véu de nuvens passageiras,
ligeiras como ti.
júpiter,
plutão.
nunca vi beleza igual.
você desfaz meu temporal,
me acalenta,
cruzeiro do sul que me orienta.
marte,
satélite,
radar.
não existe netuno,
que teu sol possa apagar.
(Fabiano)
você é a lua.
asteróide ascendente
quando nua.
meu sol,
meu meteoro.
te adoro sem açúcar.
via láctea do meu céu.
véu de nuvens passageiras,
ligeiras como ti.
júpiter,
plutão.
nunca vi beleza igual.
você desfaz meu temporal,
me acalenta,
cruzeiro do sul que me orienta.
marte,
satélite,
radar.
não existe netuno,
que teu sol possa apagar.
(Fabiano)
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
compromissos I
tudo anda muito bem
sobre os lisos trilhos
do meu louco trem
curvas acentuadas à esquerda
indicam o melhor caminho a seguir
não olho nunca o passado
sou um homem despreocupado
ocupado com coisas sérias
meu trabalho
meu pouco tempo adiante
distante das discussões sombrias
frias, frágeis e rastejantes
(Fabiano)
sobre os lisos trilhos
do meu louco trem
curvas acentuadas à esquerda
indicam o melhor caminho a seguir
não olho nunca o passado
sou um homem despreocupado
ocupado com coisas sérias
meu trabalho
meu pouco tempo adiante
distante das discussões sombrias
frias, frágeis e rastejantes
(Fabiano)
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
menina moça
Cora Coralina
velha, moça, menina...
brasa encoberta
sorriso escancarado
ao lado do fogão de lenha
poeta doceira
cozinheira prendada
caminhou por estradas difíceis
mas deixou suas pegadas
(Fabiano)
velha, moça, menina...
brasa encoberta
sorriso escancarado
ao lado do fogão de lenha
poeta doceira
cozinheira prendada
caminhou por estradas difíceis
mas deixou suas pegadas
(Fabiano)
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
estrela cadente
ando calado
pensando...
até quando não sei
vou assim,
canção nos ouvidos
passos curtos
reprimidos!
cabeça suspensa
sou homem lunar
- lunático!
estrela cadente
que cai sem parar
não chega na terra
cai pelo ar
sem destino
sem figurino
sem ser
sem ter.
só (e)star!
(Fabiano)
pensando...
até quando não sei
vou assim,
canção nos ouvidos
passos curtos
reprimidos!
cabeça suspensa
sou homem lunar
- lunático!
estrela cadente
que cai sem parar
não chega na terra
cai pelo ar
sem destino
sem figurino
sem ser
sem ter.
só (e)star!
(Fabiano)
domingo, 17 de janeiro de 2010
chuva de outono
pingos de brisa me sossegam os olhos
e disparam o coração no horizonte morno
à espera do seu corpo fresco
envolto em folhas amareladas pelo tempo.
(Fabiano)
e disparam o coração no horizonte morno
à espera do seu corpo fresco
envolto em folhas amareladas pelo tempo.
(Fabiano)
sólido
luz escaldante
cintilantemente
amarela
quase aquarela de tons pastéis
pintadas por mãos trêmulas
no amanhecer de mais um sol
(Fabiano)
cintilantemente
amarela
quase aquarela de tons pastéis
pintadas por mãos trêmulas
no amanhecer de mais um sol
(Fabiano)
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